Writings

From the Machine; God

Posted by Otto Robba in Poetry on 26. Jan, 2010 | No Comments

Expected perfection out of me
But they just couldn’t see that
I couldn’t hold the world in place
And thus I fell into eternal disgrace.

They undressed me with their eyes,
Saw my flaws and built the lies.
I shouted for them to let me go,
Sever the chord, cut all the ties.
They only stared me dead in the face
And told me to know my place.

Exploradores da Folha em Branco

Posted by Otto Robba in Poesia on 26. Jan, 2010 | No Comments

É estranho ser estrangeiro,
ver o mundo por olhos castanhos,
Andar entre fantasmas de pessegueiros,
Entre sombras de estranhos.

Mas de vez em quando,
quando a sorte sorri e a chuva não pára,
Quando todos olham pra baixo e ninguém repara…
Estrangeiros se encontram em casa.

Braços que sabem acolher,
Beijos para te receber,
Olhares que fazem saber;
Nesse mundo louco e engravatado
Nada supera vagar ao seu lado.

O Primeiro Poema

Posted by Otto Robba in Poesia on 25. Jan, 2010 | No Comments

Não é menos sincero o clichê
por ser clichê.
Nem menos verdadeiro dizer
que amo você.

Me servem as palavras para comunicar,
Que nenhuma outra eu poderia amar
Como aquela tão bela que sabe rimar
Um beijo, um sorriso, um olhar.

Agora, José; Sorria.

Posted by Otto Robba in Prosa on 15. Jan, 2010 | No Comments

É sem dúvida frustante o quão rápido o tempo se esvai quando estamos com quem gostamos. Horas se comprimem em memórias repletas de odores, sorrisos, abraços e apertões, leves e marcados, movimentos que não poderiam ser outra coisa senão afeto. E quando essas horas terminam e tudo que sobra é o solavanco do ônibus no caminho de casa, dá uma certa sensação de vazio e nos pegamos parafraseando Drummond em nossas cabeças.

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?

Mas, em tentando lidar com essa frustação do badalar e da abóbora, parte de mim grita respondendo. Seja como for a brevidade desses encontrões no tumulto que é a vida, cada segundo a mais é um segundo a menos, nos aproximando do final e afastando do começo – grãos de areia que percorrem um sentido só, sem nunca retornar, sem permitir um relance, uma segunda chance de aproveitá-los.
Mais do que nunca me faz sentido a palavra ‘conviver’. Ao viver com, partilhar experiências e criar memórias, estamos escolhendo ainda que de maneira inconsciente, à quem entregar parte de nossa vida – . E, no final da noite, não poderia eu estar mais feliz por quem eu escolhi e por quem me escolheu.

Twogether

Posted by Otto Robba in Poetry on 13. Jan, 2010 | No Comments

Born without a clue
of who is who,
I’ve learned it’s easy to know
it is you.

Life is an adventure
one needs not brave alone.
But you better be careful
With who you bring home.

I’ll help ’cause
it is easy to show,
Who is right and who
has to go.

It is all in how you greet,
and how you stand
in the rain.

If you can say goodbye
And you don’t wanna say hello
Than they gotta go.
They gotta go.

If a goodbye cannot be cast
And ‘hello’ has so long ago been said
That you don’t remember ever being apart,
She’s got you by the heart.

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  • Art for the Soul

    For me, art is all about communication, finding and giving meaning when most would not see. To make people feel from words unspoken, to imagine entire worlds through simple literary passages.

    My dream is to be able to, should I ever be so lucky, create a piece of work that lives far beyond myself.