Exploradores da Folha em Branco
É estranho ser estrangeiro,
ver o mundo por olhos castanhos,
Andar entre fantasmas de pessegueiros,
Entre sombras de estranhos.
Mas de vez em quando,
quando a sorte sorri e a chuva não pára,
Quando todos olham pra baixo e ninguém repara…
Estrangeiros se encontram em casa.
Braços que sabem acolher,
Beijos para te receber,
Olhares que fazem saber;
Nesse mundo louco e engravatado
Nada supera vagar ao seu lado.
