Writings
Posted by Otto Robba in Poetry on 16. Feb, 2010 | No Comments
Love is a scary, scary thing
and yet is worth the praise that all songs sing.
Love holds all cards close to the heart -
It sees in every end a new start.
A sloppy rhyme and a lack of rhythm,
love does not mind because beauty
love will always find.
Posted by Otto Robba in Poesia on 10. Feb, 2010 | 1 Comment
É assustador pensar
que em nada mais penso
- e em nada mais quero pensar.
Aprendi a te imaginar e agora,
viciado em você,
Não consigo parar.
Acordar sem beijo,
Andar sem companhia,
Dormir sem alegria.
Sem você, é esse meu dia à dia.
Talvez eu esteja quebrado,
um di-di-disco riscado
Mas caramba…
Quero viver do seu lado.
Pois ainda que o amor seja assustador,
Muito mais me assusta
o quanto a sua ausência
ao coração me custa.
Posted by Otto Robba in Poetry on 10. Feb, 2010 | No Comments
You used to know me so well,
my spots and stripes,
the darkness in which I dwell.
But as time passed and we changed,
as the pictures on the wall,
it was all rearranged.
Now we lie here in bed.
like two strangers
that have already met.
Posted by Otto Robba in Poesia on 07. Feb, 2010 | No Comments
A pior briga se estende
Até que não se entende
porque se brigava.
Torna-se um sem sentido sem fim,
escrita sem se ver o começo
a história caminha ao solavanco e tropeço.
Quando e se o fim chegar
Quem vai saber dizer
Por onde começar?
Posted by Otto Robba in Poesia on 01. Feb, 2010 | No Comments
O tempo nos concedeu um agrado,
Um instante em si próprio congelado.
Nos permitiu ver que as nossas horas
nós mesmos podemos fazer.
A memória toca na minha mente
Como uma música que não que parar,
Eu vejo a gente a se olhar
e perguntar o que, de nós, será.
Talvez seja muito sonho, muita loucura,
muito impulso, muito antes da hora…
Mas amor não tem cura e
Te quero é agora.